trechos (ordem de leitura)
▍ página 76 — 8 trechos
ver scan original →Em 1952, no início do ano, por meio de alguns trabalhos anteriores realizados com o radar de Harvard, descobriu-se que a propagação anômala era responsável por uma alta porcentagem dos retornos recebidos. Por meio desse estudo, verificou-se que a propagação anômala poderia explicar muitos dos avistamentos de radar e provavelmente poderia ser responsável por uma alta porcentagem daqueles em que não havia confirmação visual disponível.
Naqueles casos em que um avistamento visual acompanha um retorno de radar, o caso fica consideravelmente reforçado. Daqueles casos em que apenas retornos de radar foram registrados e nenhum avistamento visual foi feito, acredita-se que uma alta porcentagem pode ser explicada por propagação anômala. Naqueles casos em que avistamentos visuais foram feitos sem confirmação de radar, é possível que muitos possam ser explicados por fenômenos ópticos atmosféricos incomuns, como inversões, reflexos e similares.
Naqueles poucos casos restantes em que avistamentos simultâneos de radar e visuais foram feitos, altamente competentes, a maioria deles pode ser explicada com base em objetos ou fenômenos conhecidos. No entanto, existe um pequeno número residual que não se presta a essa análise.
Nesses casos, permanece um verdadeiro resíduo desconhecido. Altamente experientes, e destes quase todos podem ser explicados. Para esse resíduo, é impossível tirar conclusões confiáveis no momento.
O apêndice a seguir descreve a coleta de evidências relacionadas a este problema e oferece uma referência de evidências que se enquadram nas categorias acima.
3