trechos (ordem de leitura)
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ver scan original →A primeira coleta foi feita às 10h00 de 25 de julho, cerca de treze horas e meia após o bólido ser visto. O ar foi coletado a cerca de doze pés acima do nível do solo, no campus da Escola de Minas. A primeira coleta durou três minutos, processando cerca de 102 litros de ar. Várias partículas grandes foram encontradas que deram testes positivos de cobre. Em pelo menos uma delas, a reação ao cobre foi vista antes do tratamento com amônia, indicando a presença de pelo menos um traço de um composto de cobre solúvel. Os tamanhos das partículas vistas nas primeiras coletas variaram até mais de cem mícrons na maior dimensão. Não havia partículas pequenas, isto é, nenhuma partícula com dimensão mínima abaixo de 15 mícrons.
SIGNIFICÂNCIA DOS RESULTADOS
Se fosse possível afirmar que partículas que dão teste positivo para cobre são geralmente muito raras em coletas próximas ao nível do solo nesta localidade, os fatos acima seriam altamente significativos. Acontece, porém, que coletas foram feitas em Socorro por apenas um curto período, e não muita atenção foi dada à identificação de compostos de cobre. No entanto, após os indícios de cobre terem sido encontrados na presente série de coletas, algumas coletas foram encontradas nos arquivos que haviam sido feitas em glicerina-gelatina simples em 14 de julho de 1949. Estas foram cobertas com o filme Saran e ácido rubêanico e amônia foram aplicados por difusão através do filme. Alguns indícios de cobre foram encontrados, com quase todas as partículas no grupo de tamanho de 30 mícrons.
CONCLUSÕES SOBRE O COBRE
À vista dos fatos acima, parece muito arriscado tirar qualquer conclusão definitiva associando as partículas com cobre coletadas ao bólido de 24 de julho. Ainda há, no entanto, um resíduo de possibilidade de tais associações quando se considera que as partículas do menor grupo de tamanho não apareceram em grande número até cerca de 35 horas após a passagem do bólido.