Cada UAP descrito no registro desclassificado, por forma e comportamento: discos, charutos, esferas, triângulos, tic-tacs.
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Sobre Birmingham, testemunhas relataram um objeto luminoso e oval em voo. Um relato o descreveu como uma luz branca brilhante. Um campo de observações registrou um grupo de objetos voadores com aparência semelhante entre si. Várias testemunhas preencheram relatórios formais com cabeçalhos padronizados para contagem de objetos e de testemunhas. A baixa resolução das imagens disponíveis deixou a maior parte das linhas de detalhe ilegíveis.
Um campo nos arredores de Alice, Texas abrigava um pequeno objeto elíptico soldado a partir de duas seções de asa de avião. Estava recém-pintado e exibia marcações não identificadas. O objeto não tinha meios de propulsão. O chefe de polícia Stokes McEnheiner recolheu a peça e a levou à delegacia. As investigações apontaram para mecânicos do Aeroporto de Alice, que o construíram como brincadeira. Autoridades da Força Aérea foram notificadas e visitaram o campo. Nenhuma investigação adicional foi ordenada.
À 1h00 do dia 21 de fevereiro de 1960, Joseph Perry apontou seu telescópio artesanal para a lua em Grand Blanc, Michigan. Perry, fotógrafo profissional há trinta anos, revelou o filme e encontrou, em um quadro, um objeto escuro posicionado entre sua lente e a superfície lunar. A fotografia o mostra como silhueta contra o céu. Um esboço separado no arquivo do FBI registra as dimensões e a sombra do objeto.
Na noite de 15 de outubro de 1948, a tripulação de um F-61 avistou uma aeronave não identificada visual e por radar. A luz do luar revelou uma silhueta, sem rastros de exaustão e sem confirmação do número de motores. A velocidade do objeto superava a do F-61, e sua aceleração foi descrita como quase além dos limites. O objeto parecia rastrear o caça perseguidor. Uma fotografia do FBI de 31 de dezembro de 1999 mostrou um corpo escuro e compacto com protuberâncias laterais, cuja silhueta era incompatível com aeronaves convencionais.
Solicitado pela AC/AS-2, o Air Materiel Command emitiu sua opinião sobre os chamados 'discos voadores', com base em dados de relatórios de interrogatório e estudos preliminares do pessoal do AMC. O comando registrou que não havia evidência física, na forma de destroços recuperados, capaz de provar ou refutar a existência dos objetos. Documentos correlatos arquivados como 'Avistamentos de Discos Voadores' e 'Investigação de Disco Voador' indicam que a apuração chegou a múltiplos comandos da força aérea.
Sem resposta da Casa Branca, Catherine Aughenbaugh escreveu a J. Edgar Hoover pedindo que o FBI posicionasse entre quatro e mil homens, escolhidos pelo bom julgamento e visão periférica aguçada, para vigiar discos voadores. Ela descreveu as naves como reais e uma ameaça séria ao país. O bureau de Hoover mantinha uma posição clara: investigar objetos que pudessem ser extraterrestres não era função do FBI, embora qualquer ameaça à segurança interna permanecesse dentro de sua competência.
Às 19h45 aproximadamente, policiais relataram um disco voador recortado contra o céu noturno. Centenas de cidadãos o observaram de diferentes pontos da cidade e dos arredores, e as autoridades militares foram notificadas. Recrutas de Milwaukee, no quartel, também haviam descrito objetos em forma de disco que se deslocavam velozmente em altitude considerável, um deles com o que parecia ser uma cauda. Um especialista sugeriu balão meteorológico; outros apontaram reflexos de nuvens. Nenhuma conclusão foi alcançada.
Uma forma oval e luminosa cruzou o céu sobre Ohio, vindo do oeste. O som de aviões de caça nas proximidades já havia atraído uma testemunha à varanda. O objeto era prateado e esférico, parecendo flutuar enquanto avançava. Uma anotação no arquivo indica que o reflexo do sol nas asas de uma aeronave poderia explicar o avistamento. A altitude não foi registrada e o caso ficou sem resolução.
Um objeto circular e prateado, com cerca de 50 pés de diâmetro, surgiu sobre a região de Washington, D.C. e permaneceu visível por dez minutos antes de desaparecer em direção ao norte em alta velocidade. Em 25 de junho de 1950, Sam Harrison, de 2317 Ashland Place, N.E., telefonou ao Bureau para relatar o avistamento, estimando que o objeto viajava a 25.000 milhas por hora a 25.000 pés de altitude. O 505º Esquadrão de Caça-Interceptação também o avistou sob céu aberto. A Força Aérea investigou e encaminhou os resultados às autoridades superiores. Nenhuma identificação foi alcançada.
Às 23h30 do dia 2 de março, uma torre de radar de vigilância terrestre captou um retorno não identificado. O contato reapareceu às 00h30 do dia 3 de março e se afastou lentamente. O incidente ocorreu pouco antes do amanhecer. O objeto produziu uma assinatura radar fraca, com seção transversal mínima numa tela até então vazia. A classificação do contato foi registrada como 'Desconhecido.' [[doc-38-143685-box7-incident-summaries-101-172/p062#c0993]] [[doc-65-hs1-834228961-62-hq-83894-section-5/p057#c0552]] [[doe-uap-d001-pantex-image/p001#c0005]]
Em 29 de abril de 1949, Mrs. Frank Gardner enviou uma carta ao diretor do FBI J. Edgar Hoover com o relato de uma mulher mexicana sobre uma fábrica secreta de aeronaves, que Gardner associou à atividade dos discos voadores. Ela já havia escrito a Hoover em fevereiro, para elogiá-lo. Nas duas cartas, recusou-se a nomear sua fonte. O Bureau arquivou uma cópia fotostática da correspondência de abril.
Três vezes em dez dias, em 18, 19 e 23 de maio de 1949, a Inteligência Naval de Nova Orleans registrou discos em formato de pires viajando para o norte, girando ponta a ponta, cada um com o tamanho aproximado de um avião de observação. Centenas de cidadãos os avistaram por toda a cidade. Policiais viram um silhuetado contra o céu ao anoitecer, por volta das 19h45, e confirmações chegaram pelo rádio. A Marinha levantou a hipótese de balão meteorológico, mas observou que os balões são lançados mais de uma hora antes dos horários relatados e já estariam fora de vista quando as testemunhas os avistaram.
Em 1 de junho de 1949, um grupo de testemunhas apresentou ao órgão um relatório de objeto voador não identificado, catalogado como objeto 1 do avistamento coletivo. O documento faz parte de uma série classificada como casos de "discos voadores" [[doc-342-hs1-416511228-box186-319-1-flying-discs-1949/p032#c0359]]. Um registro paralelo da mesma caixa faz referência a consultas sobre "Fenômenos Aéreos Não Identificados" datadas de 1 de fevereiro de 1949 [[doc-342-hs1-416511228-box186-319-1-flying-discs-1949/p081#c0773]]. A descrição física do objeto no relatório de junho não é recuperável nos textos legíveis disponíveis.
Um disco voador encontrado em um campo próximo a Roswell, Novo México, foi comunicado ao FBI em Dallas por telefone, por meio de um oficial municipal. O escritório de Dallas reuniu relatos adicionais da área, entre eles o de Jim L. A. Davis, em Glenmore, que avistou discos sobrevoando a cidade às 20h45. Os resumos dos incidentes foram encaminhados ao FBI em Cincinnati e compilados para um centro de pesquisa sobre fenômenos aéreos não identificados na região de Dallas-Fort Worth.
Publicado no Dayton Journal, o avistamento de um disco voador em Seattle reuniu relatos de múltiplas testemunhas, entre elas oficiais. Um anúncio de rádio levou a notícia do disco a um público mais amplo. Uma fotografia do objeto em forma de disco acompanhou o artigo no jornal. Os arquivos investigativos sobrevivem em várias séries de documentos, mas a degradação das digitalizações tornou a maior parte dos depoimentos e detalhes administrativos ilegíveis.
Doze discos voadores avistados sobre Darlington, Carolina do Sul foram o tema de um telegrama da Western Union enviado ao FBI. O Bureau recebeu e examinou a mensagem. O remetente forneceu detalhes específicos sobre os objetos. O telegrama foi confirmado e arquivado junto a outros relatos de discos voadores que o Bureau coletava no período. Tornou-se um documento em uma pilha crescente de relatos semelhantes acumulados pelo Bureau na época.
Por volta das 17h do dia 7 de julho de 1947, William Albert Rhodes fotografou um objeto silencioso e de formato irregular, estimado em cerca de 30 metros de diâmetro e 160 km/h, enquanto caminhava até sua oficina em Phoenix durante uma tempestade. Usou uma câmera Brownie Box. O objeto não apresentava hélice e parecia escuro contra o céu. Em 30 de agosto, Rhodes entregou os negativos ao escritório do FBI em Phoenix, que os repassou a George Fugate, da Inteligência da Força Aérea do Exército. Rhodes sabia de antemão que não os recuperaria.
Por volta das 17h do dia 7 de julho de 1947, William Albert Rhodes caminhava em direção à sua loja em Phoenix quando ouviu um som semelhante ao de uma aeronave a jato. Olhou para o nordeste e avistou um objeto em forma de disco, com cerca de 30 metros de diâmetro, em espiral a aproximadamente 160 quilômetros por hora. Chegou à loja e fotografou o objeto com uma câmera Brownie Box. Semanas depois, o FBI e a inteligência A-2 do Exército enviaram agentes conjuntamente para entrevistá-lo e recolher as fotografias.